Crises existenciais e Anna Karina

Eu entendo totalmente quem não gosta de cinema francês, principalmente dos filmes mais antigos, da época da Nouvelle Vague, porque parecem longos, com acontecimentos meio vagos e diálogos enormes que as vezes não chegam a lugar nenhum. Mas não dá pra negar que as crises existenciais que rolam nesses filmes são bem realistas… Porque a vida, gente, ela não é carros explodindo e fugas do apocalipse zumbi e droners e high school feliz com questões que se resolvem tranquilamente depois de uma hora e meia. A vida, ela joga um monte de coisas na nossa cara e depois temos que ficar pensando sobre elas e tentar resolvê-las. É ou não é? (*drama*)

E no meu caso, Anna Karina sempre diz algo que eu já pensei ou que eu provavelmente iria pensar sobre a vida. Então, eis aqui oito momentos em que me identifiquei com as crises existenciais dos personagens interpretados por ela (e você não precisa saber nada de cinema francês ou Anna Karina pra se identificar também).

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(Bom, eu disse que você não precisa saber de nada pra se identificar, mas eu não vou deixar de fazer propaganda dos filmes que eu mais gosto! Então se quiser saber quais filmes são esses, é só passar o mouse sobre as imagens. E se quiser saber quem é Anna Karina, é só clicar no nome dela ali em cima, já cansei de falar dela por aqui. Mentira, não cansei!).

Boa sexta, galerinha!

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14 comentários sobre “Crises existenciais e Anna Karina

  1. “Quanto mais se fala, menos as palavras significam” = perfeito!
    Cinema francês é tudo de bom! Estava aqui pensando que, mesmo com tantos filmes maravilhosos, talvez o meu favorito feito na França tenha estreado em 1931 (A Nós a Liberdade)!!!!
    Beijos!

  2. Sim, essa foto de cabelinho comprido e franja, tua, é a cópia dela. E gente, se Orkut ainda existisse poderíamos criar uma comunidade “Anna Karina nos entenderia.” Olha, eu vergonhosamente nunca assisti nenhum filme com ela, mas pelo visto todos os seus personagens representam momentos da minha vida, da tua vida, da vida de todos nós. Crises existenciais, a gente vê por aqui. E Anna Karina, esse final de semana vc n me escapa! :*

  3. Pingback: Links da semana #4 - Penúltimo Andar

  4. Nossa, me identifiquei totalmente com todas essas cenas e falas. Como eu disse uma vez, não sou fã de Godard, mas posso até tentar ver de novo só por causa desses trechos. Ah! E o que você falou no início do post de que “a vida, gente, ela não é carros explodindo e fugas do apocalipse zumbi e droners e high school feliz com questões que se resolvem tranquilamente depois de uma hora e meia. A vida, ela joga um monte de coisas na nossa cara e depois temos que ficar pensando sobre elas e tentar resolvê-las.” ISSO! Totalmente isso!
    Beijos!

  5. Eita eu nunca assisti nada desse periodo, talvez nunca tenha visto nada de gordard…vergonha agora hahaha

    acho brilhante quando alguns artistas conseguem expor tamanha realidade que impossível alguém não se identificar com algum desses momentos..sensacional, né? <3

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